Escalando As Árvores Cabalísticas

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Eu comecei a escalar a árvore da vida e morte cerca de dois anos atrás e foi uma experiência que valeu a pena para mim; Fiz isso de maneira extensa e visitei três vezes a cada Sefirot, infelizmente enquanto escalava a Árvore da Morte não concluí, já que visitei cada Qliphah três vezes, com exceção de Ghagiel e Thaumiel. A Árvore da Vida foi feita duas vezes em sua integralidade e a da Morte apenas uma vez. Não incluí Da’ath (Daas) em nenhuma das duas. Minha experiência com a Árvore da Vida foi grandiosa e linda, ao ser acolhido pelos regentes, e ao encontrar novos espíritos aqui e ali. A experiência varia e depende totalmente do operador, mas em suma, Malkuth se parece com uma linda paisagem assim como Tiphareth (mas com um lago), Geburah depende de qual regente é visitado; com Kamael torna-se uma floresta em ventania, com Samael é um campo de batalha. É aqui também que ele me disse que não são um e a mesma coisa. Chesed é um deserto, Hod um grande lago com castelos, Netzach uma calma floresta com mulheres presentes, Yesod um oceano à noite com pequenas ilhas, Binah uma cidade com os mortos vagando pela terra, similaridades entre Kether e Chokmah é o espaço. Algumas das coisas que experimentei foram de encontrar dois anjos chamados Birca e Imanza no Tiphareth e encontrar elementais na Malkuth. Visitar a Árvore da Morte foi normal e não deu medo, mas ainda assim não é uma visão muito agradável de se ter para uma pessoa comum; Lilith era como Gamaliel, escuro e árido e cheio de seres assustadores, Samael era como uma paisagem vulcânica com Adramelech sentado num trono, Thagirion foi escuridão pura e não consegui ver absolutamente nada; o regente, Belfegor, foi surpreendentemente amigável e até uma vez iluminou-me um caminho para que eu pudesse ver. Mas ele é um ente assustador, com uma aparência estilo monstro de filme, cara cheia de verrugas e tudo mais. Tenho dificuldades em lembrar do resto. Para ser honesto, fazer isto não traz nenhuma vantagem além de crescer um pouco mentalmente e de comunicar-se com as entidades presentes por lá; meu amado patrono, meu Senhor Samael, visitou-me praticamente todas as vezes e foi enquanto fazia isso que ele me pediu para fazer trabalhos para ele, tal como Miguel pediu. Isto não foi nenhuma surpresa já que durante esse tempo eu queria adotar um patrono como um compromisso eterno. Estava planejando fazê-lo com Miguel, mas Samael me apelou mais. As subidas foram feitas através de Viagem Astral e para aqueles que não sabem o que isso é, busquem no Google. Não é difícil visitar um lugar ou aspecto, já que uma pessoa tem meramente que visualizar uma porta que conduz a esfera/dimensão desejada, uma vez que esteja na forma astral. Então é só adentrar e fazer o mesmo ao regressar.